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A Web 2.0

Com o crescimento da Internet e a necessidade de constantes alterações no conteúdo das páginas surge, em 2004, uma segunda geração de sites capazes de oferecer conteúdo mais atualizado, mais dinâmico, além de permitir que o usuário interaja com as páginas web, enviando informações e não apenas recebendo, como nos sites jornalísticos e nos blogs do início do World Wide Web, criada há 20 anos pelo físico inglês TIM Berners-Lee. O conteúdo inserido nessa geração era unidirecional, já que produziam e divulgavam textos, sem nenhuma interação. Essa época ficou conhecida como a era da Web 1.0. A evolução foi tanta que a web ganhou incrementos e consistência, recebendo, inclusive, nova denominação: Web 2.0.

O termo, que não é uma atualização e sim um conceito evolutivo, foi criado pela empresa americana O’Reilly Media e pode ser visto como um aperfeiçoamento de tecnologias como banda larga, melhorias de navegadores e surgimento de plataformas de aplicações Flash e do desenvolvimento em massa de sites como Flickr e YouTube, que são muito utilizados para reprodução e compartilhamento de fotos e vídeos, respectivamente, na Internet. Com isso, os internautas passaram a ter o poder da informação. Hoje em dia, as pessoas podem criar e editar tudo que ela insere na Internet, disponibilizando o conteúdo para quem navega pela rede mundial de computadores.

No mesmo seguimento, os blogs tornaram-se plataformas de publicação das quais jornalistas e cidadãos têm se apropriado para emitir notícias. A Web 2.0 veio reforçar o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas na grande rede, permitindo que o ambiente se torne mais interativo e colaborativo na participação da produção de conteúdo para a Internet.

Os blogs ou weblogs são os maiores sintomas desse processo de colaboração de conteúdo que a Web 2.0 pode oferecer. Considera-se que os mesmos são um novo meio para discussão de notícias e a evolução das antigas páginas pessoais, muito comuns na era Web 1.0. O elemento caracterizador do blog na nova geração é o fato de conectar pessoas, através de comentários e links formados entre os blogueiros, gerando discussão entre eles. O blog tornou-se, então, popular entre os seus usuários justamente pela facilidade em disponibilizar conteúdo e, sobretudo, por permitir tratar os mais variados assuntos que interessam a esse público de modo bastante informal.

Depois que os blogs firmaram-se como ferramenta e mais uma fonte de informação, tornaram-se trabalho constante para muitos profissionais e para muitas empresas jornalísticas que, percebendo seu potencial, incorporou em seus sites o uso dessa ferramenta de forma interativa, promovendo debates, enquetes, textos e opiniões, por meio de recurso multimídia (texto, áudio, vídeo, gráficos e animações). Nos periódicos adaptados à nova realidade, as notícias trazem espaços para comentários e discussões com o autor da própria matéria, além de enquetes, que prendem os internautas por mais tempo nas páginas dos veículos. Há empresas jornalísticas que abraçaram de tal forma as novas possibilidades da Web 2.0 que se utilizam de matérias, fotos e flagras enviados por leitores.

 

Com o crescimento da Internet e a necessidade de constantes alterações no conteúdo das páginas surge, em 2004, uma segunda geração de sites capazes de oferecer conteúdo mais atualizado, mais dinâmico, além de permitir que o usuário interaja com as páginas web, enviando informações e não apenas recebendo, como nos sites jornalísticos e nos blogs do início do World Wide Web, criada há 20 anos pelo físico inglês TIM Berners-Lee. O conteúdo inserido nessa geração era unidirecional, já que produziam e divulgavam textos, sem nenhuma interação. Essa época ficou conhecida como a era da Web 1.0. A evolução foi tanta que a web ganhou incrementos e consistência, recebendo, inclusive, nova denominação: Web 2.0.

O termo, que não é uma atualização e sim um conceito evolutivo, foi criado pela empresa americana O’Reilly Media e pode ser visto como um aperfeiçoamento de tecnologias como banda larga, melhorias de navegadores e surgimento de plataformas de aplicações Flash e do desenvolvimento em massa de sites como Flickr e YouTube, que são muito utilizados para reprodução e compartilhamento de fotos e vídeos, respectivamente, na Internet. Com isso, os internautas passaram a ter o poder da informação. Hoje em dia, as pessoas podem criar e editar tudo que ela insere na Internet, disponibilizando o conteúdo para quem navega pela rede mundial de computadores.

No mesmo seguimento, os blogs tornaram-se plataformas de publicação das quais jornalistas e cidadãos têm se apropriado para emitir notícias. A Web 2.0 veio reforçar o conceito de troca de informações e colaboração dos internautas na grande rede, permitindo que o ambiente se torne mais interativo e colaborativo na participação da produção de conteúdo para a Internet.

Os blogs ou weblogs são os maiores sintomas desse processo de colaboração de conteúdo que a Web 2.0 pode oferecer. Considera-se que os mesmos são um novo meio para discussão de notícias e a evolução das antigas páginas pessoais, muito comuns na era Web 1.0. O elemento caracterizador do blog na nova geração é o fato de conectar pessoas, através de comentários e links formados entre os blogueiros, gerando discussão entre eles. O blog tornou-se, então, popular entre os seus usuários justamente pela facilidade em disponibilizar conteúdo e, sobretudo, por permitir tratar os mais variados assuntos que interessam a esse público de modo bastante informal.

Depois que os blogs firmaram-se como ferramenta e mais uma fonte de informação, tornaram-se trabalho constante para muitos profissionais e para muitas empresas jornalísticas que, percebendo seu potencial, incorporou em seus sites o uso dessa ferramenta de forma interativa, promovendo debates, enquetes, textos e opiniões, por meio de recurso multimídia (texto, áudio, vídeo, gráficos e animações). Nos periódicos adaptados à nova realidade, as notícias trazem espaços para comentários e discussões com o autor da própria matéria, além de enquetes, que prendem os internautas por mais tempo nas páginas dos veículos. Há empresas jornalísticas que abraçaram de tal forma as novas possibilidades da Web 2.0 que se utilizam de matérias, fotos e flagras enviados por leitores.

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Categorias:Uncategorized
  1. Carlos Castilho
    novembro 19, 2009 às 9:10 pm

    Oi Rafael,
    Teu texto está perfeito. Você deu todas as informações basicas sobre a diferenciação entre web 1.0 e 2.0. Agora você poderia avançar um pouco mais e abordar a questão da web 2.0 no contexto da informação esportiva, que é onde você atua. Uma questão que está muito em evidência é o uso do Twitter por atletas e dirigentes para passar informações direto para o publico. Como isto afetou, afeta ou afetará o teu trabalho? Esta é uma questão que pode interessar a muitos colegas e pode criar um diferencial do teu blog aqui no curso. Os exercícios são quase sempre sobre questões gerais para contemplar a diversidade de experiências dos participantes, mas nada impede que você enfoque os temas a partir de tua perspectiva profissional. É até um desafio interessante.
    Qualquer duvida, estou às ordens.
    Abraço
    Castilho

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